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	<title>Sistemas de Rega Pivot &#124; Traxco S.A. &#187; Rega pivot</title>
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	<description>Sistemas de Rega Pivot</description>
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		<title>Rega Pivot em árvores</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Nov 2011 17:17:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Traxco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Rega pivot]]></category>
		<category><![CDATA[árvores]]></category>
		<category><![CDATA[lineares]]></category>
		<category><![CDATA[rega mecanizada]]></category>
		<category><![CDATA[sistema de rega]]></category>

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		<description><![CDATA[<p align=justify>Cada vez mais agricultores escolhem sistemas de rega mecanizada de alto perfil em cultivos de porte alto, para assegurar o frondoso crescimento de: árvores de fruto, bananas, café, frutos secos, plantas de viveiro...</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignright" style="margin-left: 6px; margin-right: 6px; border: 0pt none;" title="Rega mecanizada em árvores" src="http://www.traxco.pt/imagens/rega-pivot-em-arvores.jpg" alt="Rega Pivot em árvores" width="201" height="187" />Cada vez mais agricultores escolhem sistemas de <strong>rega mecanizada</strong> de <strong>alto perfil</strong>, em cultivos de porte alto, para assegurar o frondoso crescimento de: árvores de fruto, citrinos, bananas, café, plantas de viveiro, frutos secos, olivais, etc.</p>
<p style="text-align: justify;">Os <em>sistemas de rega pivot</em> ou <em>lineares </em>de avanço frontal permitem aplicar a água sobre a folhagem das árvores ou debaixo da copa de forma localizada. Regando especificamente a zona do solo sobre a raiz, para maximizar o desenvolvimento e crescimento, minimizando a proliferação de ervas daninhas e o risco de doenças.</p>
<p style="text-align: justify;">O custo de rega por superfície ao utilizar equipamentos de <strong>rega mecanizada</strong> é muito menor do que usar outros métodos de rega como: aspersão tradicional, microaspersão ou gota a gota. Um operário pode manipular e fazer a manutenção de 15 a 25 <strong>pivots </strong>(de 500 a 700  hectares), com a consequente poupança de tempo e mão-de-obra.<span id="more-1744"></span></p>
<p style="text-align: justify;">A altura do <em>Pivot </em>ou linha pode ser a necessária para permitir passar de forma limpa por cima de qualquer cultivo de árvores. Opções de alturas livres máximas: 2,8 metros, 3,8 metros e 4,6 metros.</p>
<p style="text-align: justify;">As necessidades hídricas dos cultivos são sempre as mesmas, independentemente do método de rega utilizado. No entanto, como a eficácia da rega mecanizada é superior, o consumo de água total pode ser inferior, já que há menos desperdício.</p>
<p style="text-align: justify;">O fertilizante pode ser injectado directamente na tubagem principal do sistema, permitindo manter um rigoroso controlo sobre a aplicação dos produtos.</p>
<p style="text-align: justify;">Nos <strong>sistemas de rega</strong> gota a gota ou microaspersão é necessário ter um dispendioso e embaraçoso sistema de filtragem. No caso da rega por pivot só é necessário um <em>filtro de fendas</em>, já que os orifícios das boquilhas dos emissores têm entre 2 e 10 mm de diâmetro.</p>
<p style="text-align: justify;">Os emissores dos <strong>sistemas de rega Pivot</strong> precisam de pouca pressão. Num campo de 40 hectares para um caudal de 60 litros/segundo é suficiente uma pressão de 2 atmosferas.</p>
<p style="text-align: justify;">Em condições de trabalho normais e fazendo a manutenção adequada, a vida útil de um equipamento de rega Pivot calcula-se entre 20 e 30 anos.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Plantar árvores</em> em círculos concêntricos é muito simples. Um pivot central é como um grande compasso. O sistema de pivot pode ser instalado antes de plantar e usar-se para fazer marcas na terra deixando as guias com a distância exacta entre as fileiras dos cultivos de árvores.</p>
<p style="text-align: justify;">No caso de parcelas quadradas, um <strong>Pivot central</strong> permite regar perfeitamente 70 a 80% da superfície. Para os cantos podem usar-se outros métodos de rega menos económicos, mas mesmo neste caso, a combinação apresenta um custo total muito menor.</p>
<p style="text-align: justify;">Os sistemas de rega mecanizada superam qualquer outro método de rega existente, tanto em eficácia e qualidade de rega, como em rentabilidade do investimento, combina a aplicação precisa da água com uma poupança de tempo, mão-de-obra e dinheiro.</p>
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		<title>Galvanização do cano e estrutura do Pivot</title>
		<link>http://www.traxco.pt/rega-pivot/galvanizacao-do-cano-e-estrutura-do-pivot</link>
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		<pubDate>Fri, 26 Mar 2010 11:34:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Traxco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Rega pivot]]></category>
		<category><![CDATA[galvanização a quente]]></category>

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		<description><![CDATA[<p align=justify>No caso de componentes de aço para sistemas de rega pivot (tubos e estrutura, eixos, patas, tirantes…), para espessuras entre 43 e 129 mícron, o ideal técnica e economicamente é a galvanização a quente.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><img class="alignright size-full wp-image-1089" style="margin-left: 5px; margin-right: 5px;" title="Componentes de aço para rega pivot" src="http://www.traxco.pt/wp-content/uploads/2010/03/galvanizacao-do-cano.jpg" alt="Galvanização do cano e estrutura do Pivot" width="221" height="146" />A protecção catódica do ferro e do aço é realizada com zinco, por ser um metal mais activo do que o aço (mais electromagnético)</p>
<p align="justify">Na reacção, o zinco (mais electropositivo), por diferença de potencial eléctrico flui para o aço proporcionando-lhe uma protecção de sacrifício.</p>
<p align="justify">Entre os diferentes tipos de galvanização estão, a zincagem electroquímica, o processo contínuo, a galvanização a quente e a metalização do zinco. No caso de <strong>componentes de aço</strong> para <strong>sistemas de rega pivot</strong> (tubos e estrutura, eixos, patas, tirantes…), para espessuras entre 43 e 129 mícron, o ideal técnica e economicamente é a galvanização a quente. Estas espessuras supõem um recobrimento entre 305 e 915 gr/m<sup>2</sup>.</p>
<h3>Preparação</h3>
<p align="justify">O material deve ser preparado antes de efectuar o processo de <strong>galvanização</strong>, o que se consegue decapando em ácido sulfúrico ou clorídrico diluídos.<span id="more-1087"></span></p>
<h3>Galvanização</h3>
<p align="justify">Durante a imersão no banho de zinco fundido, a superfície dos objectos reage com o zinco e forma distintas ligas zinco-ferro.</p>
<p align="justify">Para facilitar a reacção, mergulham-se até que se atinge a temperatura do zinco fundido entre 445ºC e 465ºC. O tempo de imersão oscila segundo o tamanho da peça, entre alguns poucos segundos e vários minutos.<br />
A extracção do banho deve ser a uma velocidade controlada, arrastando consigo uma película de zinco fundido que ao solidificar constitui a camada externa de zinco praticamente puro.</p>
<p align="justify">O resultado é um recobrimento tenaz formado por uma camada externa de zinco e várias camadas zinco-ferro unidas metalurgicamente ao aço de base.</p>
<h3>Duração</h3>
<p align="justify">O período de duração da protecção galvanizada em aço é proporcional à massa de zinco que têm os recobrimentos. A velocidade de corrosão do zinco é uma vigésima parte da velocidade do aço e vai em função do ambiente a que estiver exposto.</p>
<p align="justify">Para estimar a duração da protecção de um recobrimento de zinco, devem considerar-se as condiciones climatológicas, a presença de contaminantes agressivos e a proximidade do mar.</p>
<p align="justify">Em atmosferas secas e cálidas é muito notável a estabilidade do zinco. Na presença de humidade na atmosfera, o óxido de zinco transforma-se em hidróxido e o dióxido de carbono do ar reage com este hidróxido para dar carbonatos básicos de zinco. Estes compostos são inertes e estáveis e resistem a acção posterior da atmosfera assegurando uma longa vida ao <strong>recobrimento galvânico.</strong></p>
<p align="justify">Os recobrimentos galvanizados são resistentes ao ataque químico entre um pH de 6 e 12,5, isso cobre a maior parte das águas naturais.</p>
<h3>Normas de galvanização</h3>
<p align="justify">As normas internacionais de <strong>galvanização a quente</strong> de componentes de aço, excepto tubo e chapa, são as ISO-R-1461-1970.</p>
<p align="justify">As normas espanholas de galvanização a quente e ensaio são as UNE-37.501 e UNE-7183 e existe uma norma para tubo UNE-37505</p>
<p align="justify">As normas DIM têm uma norma de generalidades DIN-50.975, uma outra para produtos de ferro e aço DIN-50.976 e outra DIN-2444 sobre tubos de aço.</p>
<p align="justify">As normas USA são a ASTM-A153-65 sobre recobrimentos férreos, ASTM-A53-67 sobre tubos de aço, bem como a ASTM-A120-66 para tubos com recobrimento galvanizado a quente.</p>
<p align="justify">A <strong>galvanização a quente</strong>, ao mergulhar peças de aço num banho de zinco fundido, forma uma película de zinco sobre o aço que o protege de duas maneiras: protecção de barreira e protecção galvânica, isso quer dizer que se a camada de galvanização se danificar, riscar ou apresentar descontinuidades, o zinco adjacente ao aço formará um sal insolúvel de zinco sobre o aço exposto. Isso recupera a ruptura e continua a proteger a superfície contra qualquer corrosão.</p>
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		<title>Cultivo de soja com Pivot</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Dec 2009 13:25:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Traxco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Rega pivot]]></category>
		<category><![CDATA[Cultivo de soja]]></category>
		<category><![CDATA[Pivot]]></category>
		<category><![CDATA[rega]]></category>
		<category><![CDATA[soja]]></category>

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		<description><![CDATA[Se, há algum tempo, a soja tinha como principal destino o complemento do penso, ou mesmo uma finalidade oleica, esta indústria poderia conseguir agora revitalizar esta leguminosa graças aos bons resultados que está a apresentar.
Resultados tanto em rendimentos como em proteína extraída para a elaboração dos chamados produtos funcionais: iogurtes de soja, leite e outras [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><img class="alignleft size-full wp-image-176" style="margin-left: 5px; margin-right: 5px;" title="Soja" src="http://www.traxco.pt/wp-content/uploads/2009/08/Soja1.jpg" alt="Vegetação da soja" width="277" height="205" />Se, há algum tempo, a <strong>soja </strong>tinha como principal destino o complemento do penso, ou mesmo uma finalidade oleica, esta indústria poderia conseguir agora revitalizar esta leguminosa graças aos bons resultados que está a apresentar.</p>
<p align="justify">Resultados tanto em rendimentos como em proteína extraída para a elaboração dos chamados produtos funcionais: iogurtes de soja, leite e outras sobremesas nutritivas que representam 26% do valor de mercado.</p>
<p align="justify">A soja representa uma boa alternativa de rotação por ser uma planta que melhora as condições do solo.Permite um bom pousio ao fornecer cerca de 50/70 kg/ha de nitrogénio orgânico, segundo o ITA. São duas as zonas que concentram neste momento em Espanha as principais plantações da leguminosa: Extremadura e Andaluzia.<span id="more-174"></span></p>
<p align="justify"><em>Data de sementeira</em>: Na primeira colheita (ciclo 1), em finais de Abril, início de Maio. Na segunda colheita (ciclo 2), em finais de Maio, início de Junho.<br />
<em>Textura do solo</em>: Adaptável a todo o tipo de texturas, excepto em solos com níveis altos de calcário activo.<br />
<em>Canteiro de sementeira</em>: 50 cm x 4,5 cm no ciclo 1. 50 cm x 3,5 cm no ciclo 2.<br />
<em>Dose de sementeira</em>: 400.000 plantas/ha no ciclo 1. 550.000 plantas/ha no ciclo 2.<br />
<em>Profundidade de sementeira</em>: De 2 a 4 cm.</p>
<p align="justify"><strong><img class="alignright size-full wp-image-177" style="margin-left: 5px; margin-right: 5px;" title="Rega da soja, Pivot" src="http://www.traxco.pt/wp-content/uploads/2009/08/Soja-rega-Pivot.jpg" alt="Rega da soja, sistemas de rega Pivot" width="247" height="205" />Rega</strong>: A soja é bastante resistente à seca. Precisa de humidade mas sem acumulação de água, dado que isso asfixia as raízes da planta. Por este motivo, as regas não devem ser copiosas e deve manter-se uma leve humidade no terreno para a melhor vegetação da soja.</p>
<p align="justify">O número de regas varia com as condições do clima e do solo. As necessidades máximas ocorrem durante as seguintes etapas do cultivo:</p>
<p align="justify"><span style="text-decoration: underline;">Desde a germinação até ao emergir das plântulas</span>. A semente de soja precisa de absorver um mínimo de 50% do seu peso em água para garantir uma boa germinação. Nesta fase, o teor de água no solo deve estar entre os 50 e os 80% do total de água disponível.</p>
<p align="justify"><span style="text-decoration: underline;">Desde a floração até ao enchimento dos bagos</span>. A necessidade de água de uma cultura de soja aumenta com o desenvolvimento da planta, chegando ao máximo (7 a 8 mm/dia) durante o período compreendido entre a floração e o enchimento dos bagos. Défices hídricos durante esta fase provocam alterações fisiológicas na planta (fechamento estomático, folhas torcidas, morte prematura, aborto de flores e queda do legume).</p>
<p align="justify">Para obter as produções máximas, a necessidade de água na cultura durante todo o ciclo varia entre 450 e 800 mm (4.500-8.000 m3/ha), dependendo das condições climáticas, da manipulação da cultura e da duração do ciclo. Normalmente fazem-se cinco a dez regas durante o ciclo vegetativo da planta.</p>
<p align="justify"><em>Adubação</em>: 500 kg/ha no fundo (tipo 1:2:3). Necessidades: 50 UF N2-100UF P205-150 UF k20.<br />
<em>Fitossanitários</em>: Herbicida total em pré-emergência. Se for necessário, tratamento pós-emergência.<br />
<em>Data de colheita</em>: Finais de Setembro a finais de Outubro.</p>
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