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	<title>Sistemas de Rega Pivot &#124; Traxco S.A.</title>
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	<description>Sistemas de Rega Pivot</description>
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		<title>Soluções inovadoras para a rega por Pivots</title>
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		<pubDate>Sat, 19 Jun 2010 09:38:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Traxco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Rega pivot]]></category>
		<category><![CDATA[água]]></category>
		<category><![CDATA[aspersor]]></category>
		<category><![CDATA[Pivot central]]></category>
		<category><![CDATA[Pivots Centrais]]></category>
		<category><![CDATA[rega mecanizada]]></category>

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		<description><![CDATA[<p align=justify>O valor dos Pivots centrais aumentou ainda mais, agora que as ferramentas disponíveis em forma de controlo informatizado e de tecnologia de aspersores chegaram a um novo nível. As suas aplicações também se estenderam ao âmbito da distribuição não só da água, mas de nutrientes e produtos químicos por meio da fertirrigação e da quimigação.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><img class="size-full wp-image-1240 alignright" style="margin-left: 7px; margin-right: 7px; border: 0pt none;" title="Pivots centrais" src="http://www.traxco.pt/wp-content/uploads/2010/06/pivot-central.jpg" alt="Tecnologia de aspersão para a rega mecanizada" width="233" height="169" />O valor dos <strong>Pivots centrais</strong> aumentou ainda mais, agora que as ferramentas disponíveis em forma de controlo informatizado e de tecnologia de aspersores chegaram a um novo nível. As suas aplicações também se estenderam ao âmbito da distribuição não só da água, mas de nutrientes e produtos químicos por meio da <em>fertirrigação </em>e da <em>quimigação</em>.</p>
<p align="justify">Os avanços na tecnologia de <strong>aspersão </strong>para a<strong> rega mecanizada</strong> têm ultrapassado muitos dos prévios obstáculos. Na actualidade pode-se aplicar água e produtos químicos com alta precisão, uniformidade e eficácia. As melhorias em eficácia e uniformidade de distribuição, assim como o controlo do escoamento demonstram os últimos grandes avanços tecnológicos.<span id="more-1236"></span></p>
<h3>Novos emissores de água para Pivots</h3>
<p align="justify">As exigências de <strong>rega por Pivots centrais</strong> têm vindo a multiplicar-se, uma vez que diferentes partes do mundo têm diferentes culturas, solos, métodos de lavoura e condições climáticas, e que os recursos disponíveis em água e energia diferem em cada região. Os aspersores da série 3000 de Nelson e o I-Wob de Senninger são produtos avançados, concebidos com o fim de juntar as múltiplas opções num grupo básico de <strong>aspersores para pivots</strong>.</p>
<h3>Optimizar a eficiência de rega</h3>
<p align="justify">A eficiência da rega implica a capacidade de minimizar as perdas de <strong>água</strong>. Factores tais como a dispersão pelo vento ou a evaporação da água da superfície do solo e da planta afectam o nível de eficiência. Simplesmente fazer chegar a água ao solo e controlar o escoamento também incrementam a eficiência. No campo da <strong>rega mecanizada</strong>, o avanço mais significativo no que diz respeito à eficiência, foi a instalação dos aspersores em condutas, para baixo fora do vento. As <em>condutas </em>devem o seu êxito a produtos que distribuem a água sobre uma grande área, mesmo quando estão montados debaixo dos tirantes do pivot. Estes dispositivos giratórios funcionam a baixa pressão e apresentam uma dupla vantagem: um maior tempo de saturação e uma baixa pluviometria. Um padrão de distribuição mais completo pode duplicar o tempo de saturação dos aspersores fixos.</p>
<h3>Porque é que o alcance é importante?</h3>
<p align="justify">Sem <strong>aspersores </strong>que possam distribuir a água com uma pluviometria que corresponda à velocidade de infiltração no solo, a eficiência ganha com condutas e o dinheiro poupado com baixas pressões, cedo vêm a perder-se em escoamento. A taxa de aplicação de um pivot central aumenta com as maiores demandas de caudal requeridas em as extremidades do pivot. Incrementar o alcance do aspersor permite reduzir a pluviometria para a ajustar à velocidade de infiltração do solo.</p>
<h2>Definições da pluviometria</h2>
<p align="justify"><img class="alignleft size-full wp-image-1242" style="margin-left: 7px; margin-right: 7px; border: 0pt none;" title="i-Wob Senninger" src="http://www.traxco.pt/wp-content/uploads/2010/06/i-wob-senninger.jpg" alt="Aspersorl, aplicação da água sobre a área a regar" width="205" height="153" />É útil entender a diferença entre pluviometria média e instantânea para escolher o tipo de boquilha e de <strong>aspersor </strong>adequado.</p>
<p align="justify">A taxa de aplicação média é a taxa de aplicação da água sobre a área a regar. é um valor médio que assume uma rega uniforme sobre toda o área regada. a taxa de aplicação de um <strong>Pivot central</strong> aumenta com as maiores demandas de caudal requeridas nas extremidades do pivot. De uma análise das diferentes opções de aspersores, resulta que um maior alcance proporciona uma pluviometria mais baixa.</p>
<p align="justify">A taxa de aplicação instantânea também é um elemento importante do desempenho de um aspersor, especialmente em solos limosos propensos à compressão. a taxa de aplicação instantânea é a intensidade máxima da pluviometria; esta e a energia cinética das gotas, são essenciais para manter uma boa taxa de infiltração ao longo da temporada. os aspersores para pivots que proporcionam uma alta taxa de aplicação instantânea com grandes gotas de alta velocidade prejudicam alguns tipos de solos. a taxa de aplicação instantânea dos <em>aspersores </em>do tipo de jacto fixo pode ser mais de dez vezes a média, se se medir no instante em que o jacto impacta no solo. o problema verifica-se quando a estrutura da superfície se satura e forma uma camada impermeável. a melhor condição de infiltração é manter aberta a superfície do solo e aplicar a água utilizando uma grande amplitude de aplicação.</p>
<h3>Reduzir o escoamento</h3>
<p align="justify">Porque é que tem de se preocupar pelo escoamento? o escoamento é um dos problemas ambientais mais delicados que existem no sector da rega, porque pode canalizar água contaminada e adubo até rios e regatos. Além disso, a erosão não constitui apenas um problema ambiental, também causa perdas de adubo e uma redução do crescimento e do rendimento da cultura. um maior escoamento reduz a eficiência da rega, incrementando as despesas de funcionamento.</p>
<p align="justify">Escolha a forma de rega mais ampla. uma forma de rega ampla estende o tempo de infiltração, reduzindo a taxa de aplicação média.</p>
<h3>Utilize gotas finas para solos delicados</h3>
<p align="justify">A energia cinética das gotas é muito importante para manter a superfície do solo permeável e uma taxa de infiltração adequada ao longo da temporada. Gotas finas, produzidas por uma pressão mais alta e pratos com propriedades de difusão superior, são mais convenientes para solos de sedimento argiloso-limoso porque conservam a integridade da estrutura do solo.</p>
<h3>Escolha a altura de instalação adequada</h3>
<p align="justify">Uma instalação mais alta geralmente favorece a uniformidade. Permite alargar o padrão de <strong>água</strong>, optimizar o alcance e melhorar o recobrimento. Contudo, devem evitar-se interferências estruturais. uma instalação entre a cultura também requer uma redução do espacejamento entre aspersores para compensar pelo menor alcance.</p>
<h3>Porque é que os reguladores de pressão são importantes?</h3>
<p align="justify">O regulador de pressão num sistema de <strong>rega por Pivot</strong>, serve para transformar uma pressão de entrada variável numa pressão de saída fixa, quaisquer que sejam as mudanças de pressão do sistema causadas por condições hidráulicas, desníveis, técnicas de bombagem, etc.</p>
<p align="justify">Oferecem numerosas vantagens:<br />
1.	Uniforme profundidade de rega<br />
2.	Rendimento controlado (tamanho das gotas e alcance)<br />
3.	Flexibilidade de funcionamento</p>
<h3>Soluções eficazes para áreas adicionais</h3>
<p align="justify">Um cano final montado sobre um pivot de 400 mts. pode eficazmente regar até aproximadamente mais 8 hectares. Utilizar um cano final não é uma alternativa desprezível se se tem em consideração a rentabilidade de cultivar esta superfície adicional. Podem utilizar-se opções de baixa pressão se não chegarem pressões altas ao final do <strong>Pivot</strong>.</p>
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		<title>Reparação de fugas</title>
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		<pubDate>Sat, 05 Jun 2010 09:24:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Traxco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Novos produtos]]></category>
		<category><![CDATA[Reparação de fugas]]></category>

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		<description><![CDATA[<p align=justify>Apresentamos uma ligadura de fibra de vidro impregnada com uma resina de poliuretano que ao contacto com a água endurece como o aço, mesmo debaixo da água.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3><img class="alignleft size-full wp-image-1150" style="margin-left: 5px;  margin-right: 5px; border: 0pt none;" title="Reparação de fugas" src="http://www.traxco.pt/wp-content/uploads/2010/06/reparacao-de-fugas.JPG" alt="Venda para reparar fugas em todo o tipo de canos" width="133" height="133" />Venda para reparar fugas em todo o tipo de canos</h3>
<p style="text-align: justify;">Apresentamos uma <strong>ligadura de fibra de vidro</strong> impregnada com uma resina de poliuretano que ao contacto com a água <em>endurece como o aço</em>, mesmo debaixo da água.</p>
<p style="text-align: justify;">Com este produto conseguem-se reparações económicas e permanentes, é fácil de colocar, não só <strong>repara fugas</strong>, mas também confere uma resistência mecânica à zona reparada que muitas vezes é superior àquela que tinha originalmente.<img class="alignright size-full wp-image-1151" style="margin-left: 5px;    margin-right: 5px; border: 0pt none;" title="Venda para reparar fugas" src="http://www.traxco.pt/wp-content/uploads/2010/06/reparar-fugas-em-todo-o-tipo-de-canos.JPG" alt="Reparação de fugas" width="130" height="130" /> Igualmente, previne futuras corrosões que possivelmente foram a causa da fuga que acabámos de reparar.</p>
<p style="text-align: justify;">Não é tóxico nem inflamável. É inodoro.<br />
Pode ser usado em linhas de água potável, combustíveis, ar comprimido, gás, águas residuais&#8230; Resistente à maioria dos produtos químicos diluídos. Tem uma óptima aderência ao ferro, aço, cobre, latão, plástico, madeira, borracha, silicone, PVC, PE, fibrocimento, vidro&#8230;<span id="more-1148"></span></p>
<p style="text-align: justify;">É usado na indústria em geral, sector naval, oficinas de automação (silenciosos, tubos de escape, mangueiras de radiadores), conduções, irrigação, piscinas, embarcações, agricultura&#8230;</p>
<h3>Instruções de uso</h3>
<ol>
<li style="text-align: justify;">Uma vez localizado o ponto de <strong>fuga</strong>, tirar a pressão da rede</li>
<li style="text-align: justify;">Se a superfície á volta do ponto de fuga não estiver limpa, é recomendável lixar a mesma com uma lima ou um tecido de esmeril. Desta forma, a zona a reparar ficará áspera e, portanto, conseguirá uma boa aderência</li>
<li style="text-align: justify;">Ponha as luvas com as mãos secas</li>
<li style="text-align: justify;">Abra o envelope de alumínio e mergulhe a ligadura na água apertando-a como se fosse uma esponja durante uns segundos</li>
<li style="text-align: justify;">A começar no ponto oposto da fuga, enrole a ligadura à volta do tubo ou mangueira ao mesmo tempo que a tensa, aplicando-a a cinco centímetros à direita e esquerda do ponto de fuga</li>
<li style="text-align: justify;">É importante colocar a <strong>ligadura </strong>imediatamente, uma vez que a mesma começa a endurecer em poucos minutos.</li>
<li style="text-align: justify;">Uma vez tenha colocado toda a ligadura, continue a aplicar pressão sobre a mesma com as mãos, desta forma tira as possíveis bolhas que se puderem gerar</li>
<li style="text-align: justify;">Depois de aproximadamente 30-40 minutos, a ligadura ficará dura como o aço e a reparação estará terminada podendo restabelecer a pressão na rede. Se quiser, a ligadura pode ser pintada uma vez já em uso</li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">Como regra geral e para pressões até 10 Kgs/cm<sup>2</sup>, devem dar-se mais ou menos oito voltas em redor do tubo a reparar ou aproximadamente dez milímetros de espessura. Para pressões até 30 Kgs/cm<sup>2</sup>, aproximadamente vinte voltas ou vinte e cinco milímetros de espessura.</p>
<h3>Dados técnicos</h3>
<ul>
<li>Resistência à flexão: 35N/mm<sup>2</sup> segundo ASTM D790</li>
<li>Resistência à tensão: 20N/mm<sup>2</sup> segundo ASTM D6382</li>
<li>Resistência à temperatura: Em serviços contínuos até 150ºC. Intermitente até 250ºC</li>
<li>Resistência à pressão: Até 10Kgs/cm<sup>2</sup> com 10 mm de espessura, até 30 Kgs/cm<sup>2</sup> com 25 mm. de espessura</li>
<li>Dureza: 82 Shore DE segundo ASTM D2240</li>
<li>Tempo útil de instalação: 3-5 minutos</li>
<li>Tempo de secagem: 30 minutos a 20ºC</li>
</ul>
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		<title>Pomos portas ao campo</title>
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		<pubDate>Sat, 22 May 2010 09:56:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Traxco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Novos produtos]]></category>
		<category><![CDATA[Sistema de Protecção Agrícola]]></category>
		<category><![CDATA[Sistemas Pivot]]></category>

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		<description><![CDATA[<p align=justify>É o primeiro sistema de segurança para intempérie que não precisa de alimentação eléctrica. Utiliza sensores e sensores-ratoeira para detectar pessoas e situações de risco para a exploração agrícola. É uma instalação sem cabos, e portanto não requer obras nem canalizações.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>Sistema para proteger o campo e as suas propriedades, SPA</h3>
<p align="justify"><img class="alignleft size-medium wp-image-1142" style="margin-left: 5px; margin-right: 5px; border: 0pt none;" title="Sistema de segurança para intempérie" src="http://www.traxco.pt/wp-content/uploads/2010/05/sistema-de-proteccao-agricola-293x300.jpg" alt="Sistema de Protecção Agrícola, sem alimentação eléctrica" width="193" height="198" />É o primeiro <strong>sistema de segurança</strong> para intempérie que <em>não precisa de alimentação eléctrica</em>. Utiliza sensores e sensores-ratoeira para detectar pessoas e situações de risco para a <strong>exploração agrícola</strong>. É uma instalação sem cabos, e portanto <em>não requer obras</em> nem canalizações.</p>
<p align="justify">O conjunto é composto por uma unidade electrónica, vários sensores e sensores-ratoeira de três tipos e um actuador opcional para o caso de resultar necessário activar um <strong>alarme </strong>sonoro ou luminoso, dissuasório. Entre todos podem chegar a ser 50 por cada instalação. O rádio de cobertura que abrange pode alcançar 150 mts. entre cada sensor e a unidade electrónica. A comunicação remota é realizada através do telemóvel com o uso de um cartão SIM de qualquer operador telefónico, que se insere na unidade electrónica do exterior e permite realizar os avisos de alarme aos telefones programados. A sua gestão energética possibilita alarmes diários durante um ano.</p>
<p align="justify">Alimenta-se de 5 pilhas especiais de lítio, alojadas no seu interior. São capazes de fornecer ao sistema a mesma energia a temperaturas muito diferentes, outorgando-lhe mais de 1 ano de autonomia.<span id="more-1131"></span></p>
<h3>Sem alimentação eléctrica, trabalha à intempérie e chama ao telefono</h3>
<p align="justify">A despesa energética é fundamental. A maior parte dos sistemas de segurança convencionais consomem muita corrente e não estão preparados para a intempérie. Os mais evolucionados necessitam bastantes miliamperes para funcionar, mas a tecnologia do <strong>SPA (Sistema de Protecção Agrícola)</strong>, que é única no mundo, permite trabalhar com muito poucos microamperes.</p>
<p align="justify">O SPA necessita tão pouca energia, uma vez que dispõe de vários estados operativos, quando não é necessário o seu funcionamento, o seu consumo energético é mínimo. Um outro elemento muito importante é a sua capacidade de funcionar à intempérie, suportando temperaturas extremas e a condensação de humidade (este último aspecto é o pior inimigo dos equipamentos que trabalham no exterior)</p>
<h3>Sensores-ratoeira para a detecção de pessoas</h3>
<p align="justify">O SPA trabalha no campo aberto. Consegue detectar e surpreender uma pessoa em qualquer lugar ao ar livre utilizando a lógica: se pretender roubar, tem de passar por um caminho; aproximar-se de uma máquina, <strong>Sistema pivot </strong>ou transformador; entrar num recinto, casota ou armazém; abrir uma porta, etc.</p>
<h3>Sensores para situações de risco</h3>
<p align="justify">Avisa quando um animal sai de um cercado, quando o nível de água é baixo ou demasiado alto, quando um local se inunda, se falha a corrente eléctrica, se se param as bombas, se se pára o sistema de rega, ou em qualquer outra aplicação sem necessidade de corrente eléctrica.</p>
<p align="justify">O <strong>Sistema de Protecção Agrícola</strong> é formado pela unidade Electrónica ME-2, três classes de sensores-ratoeira, dois tipos de sensores e um actuador. No número que se requeiram, até um total de 50. Completa o conjunto um Comando que é a chave electrónica do sistema. A eficácia do seu uso radica na perícia para decidir os tipos de sensores-ratoeira segundo a necessidade a cobrir em cada caso. Os diferentes elementos podem situar-se camuflados por uma moita, uma árvore, incrustado num poste, sobre uma máquina ou <strong>Sistemas Pivot</strong>, dentro de um quadro eléctrico, junto de um muro, enterrados, etc., de formas muito diversas, isso outorga um alto grau de efectividade.</p>
<p align="justify">A transmissão a partir do sensor ou sensor-ratoeira à Unidade Electrónica ME-2 é tão rápida que, mesmo que o descobrissem e destruíssem, a chamada de alarme seria realizada igualmente.</p>
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		<title>Manutenção do Pivot</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Apr 2010 09:19:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Traxco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Rega pivot]]></category>
		<category><![CDATA[manutenção do Pivot]]></category>
		<category><![CDATA[Pivot]]></category>
		<category><![CDATA[Rega por aspersão]]></category>

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		<description><![CDATA[<p align=justify>As condições atmosféricas, a humidade, as vibrações, a temperatura, a areia, e o funcionamento do sistema são factores que contribuem para produzir o desgaste progressivo da máquina.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3><img class="alignright size-full wp-image-1118" style="margin-left: 5px; margin-right: 5px; border: 0pt none;" title="Manutenção do Pivot" src="http://www.traxco.pt/wp-content/uploads/2010/04/manutencao-do-pivot.JPG" alt="Manutenção da máquina Pivot" width="250" height="217" />Comprovações da manutenção</h3>
<p style="text-align: justify;">As condições atmosféricas, a humidade, as vibrações, a temperatura, a areia, e o funcionamento do sistema são factores que contribuem para produzir o desgaste progressivo da máquina. Para conservar o sistema funcionando devidamente e com um mínimo de paralisações forçadas, recomendamos-lhe que estabeleça um programa de manutenção preventiva.</p>
<h4>Grupo Pivot</h4>
<p align="justify">Comprovação de porcas e parafusos<br />
Verificação de correntes ou pernos de fixação<br />
Comprovação de pica de terra<br />
Engorduramento do cotovelo giratório do Pivot<span id="more-1116"></span></p>
<h4>Grupo troços</h4>
<p align="justify">Comprovação de <a title="Casquilhos de união de secção" href="http://www.traxco.pt/produtos/casquilhos-de-uniao-de-seccao" target="_self">mangas de união de tramo</a><br />
Comprovação de cabos eléctricos do motor<br />
Verificar as tampas de drenagem<br />
Substituição de óleo dos motores<br />
Comprovação de juntas e reténs dos motores<br />
Verificação de transmissões entre motor e redutor de roda<br />
Comprovação dos <a title="Acoplamentos de transmissão UMC" href="http://www.traxco.pt/produtos/acoplamentos-de-transmissao" target="_self">acoplamentos de transmissão</a><br />
Substituição do óleo dos redutores de roda<br />
Comprovação de juntas e reténs de redutores de roda<br />
Comprovação e aperto dos parafusos das rodas<br />
Comprovação da pressão dos pneus</p>
<h4>Grupo estrutura e tubagem</h4>
<p align="justify">Comprovação de ausência de perdas nas bridas e juntas<br />
Comprovar as drenagens do cano principal<br />
Verificar os componentes, porcas e parafusos da estrutura<br />
Comprovar o isolamento do <a title="Cabo eléctrico de tramo" href="http://www.traxco.pt/produtos/cabo-electrico-de-tramo" target="_self">cabo eléctrico</a> e as bridas de fixação daquele ao cano principal</p>
<h4>Grupo aspersores</h4>
<p align="justify">Verificar o aperto dos <a title="Aspersores" href="http://www.traxco.pt/produtos/aspersores" target="_self">aspersores</a>, embocadura e da suas boquilhas<br />
Comprovar o movimento dos aspersores ou emissores<br />
Verificar o desgaste das boquilhas<br />
Comprovação do manómetro</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Influência do pH nos sistemas de cultura</title>
		<link>http://www.traxco.pt/rega-por-aspersao/influencia-do-ph-nos-sistemas-de-cultura</link>
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		<pubDate>Fri, 09 Apr 2010 08:45:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Traxco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Rega por aspersão]]></category>
		<category><![CDATA[água de rega]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[pH]]></category>

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		<description><![CDATA[<p align=justify>A escolha de uma cultura depende do pH do solo. Se o pH do solo / substrato for inadequado, a colheita pode diminuir até tal ponto que não seja interessante manter a cultura. pH dos fertilizantes dissolvidos em água, concentração de bicarbonato e ajuste do pH, considerações práticas relacionadas com o controlo do pH.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>A escolha de uma cultura depende do pH do solo</h3>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-full wp-image-1109" style="margin-left: 5px; margin-right: 5px; border: 0pt none;" title="Controlo do pH" src="http://www.traxco.pt/wp-content/uploads/2010/04/equipamentos-para-controlar-pH.JPG" alt="Equipamentos para o controlo do pH" width="83" height="137" />Se o <strong>pH </strong>do solo / substrato for inadequado, a colheita pode diminuir até tal ponto que não seja interessante manter a <strong>cultura</strong>. Além disso, deve ter-se em conta que existem águas cujo teor em carbonato ou bicarbonato pode ser muito elevado (águas alcalinas); o seu emprego, sob <strong>rega por aspersão</strong>, pode acarretar problemas importantes se previamente no foram correctamente aciduladas. De tudo isto se deriva a importância que tem conhecer o pH do solo/substrato, o pH da água de rega ou o pH da dissolução nutritiva que utilizamos em fertirrigação.</p>
<p style="text-align: justify;">É aconselhável dispor de equipamentos (sondas) que nos indiquem de forma directa o pH.</p>
<h3>pH dos fertilizantes dissolvidos em água</h3>
<p style="text-align: justify;">Alguns fertilizantes utilizados em fertirrigação (MAP, MKP, ácido fosfórico, ácido nítrico e sulfato de amónio) tendem a acidificar a <strong>água de rega</strong>; outros (nitrato potássico, nitrato cálcico, nitrato magnésico e sulfato potássico), pelo contrário, tendem a alcalinizá-la; daí a necessidade de conhecer a reacção dos fertilizantes e as suas misturas uma vez dissolvidos na água de rega para evitar perdas de colheita (em quantidade ou qualidade) e perda de nutrientes devido à formação de precipitados: Perda de cálcio e magnésio como carbonato cálcico ou magnésico; de enxofre como sulfato cálcico; de fósforo como fosfato cálcico e de ferro como sulfato de ferro.<span id="more-1102"></span></p>
<h3>Concentração de bicarbonato e ajuste do pH</h3>
<p style="text-align: justify;">A concentração de bicarbonato no meio de cultura joga um papel fundamental para estabilizar o pH do meio, a partir do qual as raízes extraem os nutrientes. A dissolução nutritiva aplicada deveria manter uma concentração de bicarbonato compreendida entre 1.0 e 1.5 mM na <strong>água da rega</strong>. O bicarbonato sobrante deve ser eliminado mediante a adição de ácido fosfórico, nítrico ou sulfúrico.</p>
<h3>Considerações práticas relacionadas com o controlo do pH</h3>
<p style="text-align: justify;">A absorção óptima de nutrientes pela maior parte das plantas cultivadas é produzida quando o pH do meio de cultura se encontra compreendido em 5.5 e 6.5</p>
<p style="text-align: justify;">Quando o pH do âmbito radicular da <strong>cultura </strong>for superior a 6.5, podem apresentar-se problemas relacionados com a solubilidade de alguns nutrientes e de forma muito particular com alguns micro nutrientes. Com um pH inferior a 5.5, a absorção de fósforo reduz-se, o que pode conduzir à aparição de sintomas carenciais. Como consequência de um pH inadequado, as raízes das culturas podem resultar severamente deterioradas antes que a cultura mostre sintomas carenciais. Tanto se o pH do meio de cultura é inadequado, por alto (solos alcalinos) ou por baixo (solos ácidos), a quantidade e a qualidade das colheitas podem ver-se seriamente afectadas.</p>
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		<title>Galvanização do cano e estrutura do Pivot</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Mar 2010 11:34:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Traxco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Rega pivot]]></category>
		<category><![CDATA[galvanização a quente]]></category>

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		<description><![CDATA[<p align=justify>No caso de componentes de aço para sistemas de rega pivot (tubos e estrutura, eixos, patas, tirantes…), para espessuras entre 43 e 129 mícron, o ideal técnica e economicamente é a galvanização a quente.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><img class="alignright size-full wp-image-1089" style="margin-left: 5px; margin-right: 5px;" title="Componentes de aço para rega pivot" src="http://www.traxco.pt/wp-content/uploads/2010/03/galvanizacao-do-cano.jpg" alt="Galvanização do cano e estrutura do Pivot" width="221" height="146" />A protecção catódica do ferro e do aço é realizada com zinco, por ser um metal mais activo do que o aço (mais electromagnético)</p>
<p align="justify">Na reacção, o zinco (mais electropositivo), por diferença de potencial eléctrico flui para o aço proporcionando-lhe uma protecção de sacrifício.</p>
<p align="justify">Entre os diferentes tipos de galvanização estão, a zincagem electroquímica, o processo contínuo, a galvanização a quente e a metalização do zinco. No caso de <strong>componentes de aço</strong> para <strong>sistemas de rega pivot</strong> (tubos e estrutura, eixos, patas, tirantes…), para espessuras entre 43 e 129 mícron, o ideal técnica e economicamente é a galvanização a quente. Estas espessuras supõem um recobrimento entre 305 e 915 gr/m<sup>2</sup>.</p>
<h3>Preparação</h3>
<p align="justify">O material deve ser preparado antes de efectuar o processo de <strong>galvanização</strong>, o que se consegue decapando em ácido sulfúrico ou clorídrico diluídos.<span id="more-1087"></span></p>
<h3>Galvanização</h3>
<p align="justify">Durante a imersão no banho de zinco fundido, a superfície dos objectos reage com o zinco e forma distintas ligas zinco-ferro.</p>
<p align="justify">Para facilitar a reacção, mergulham-se até que se atinge a temperatura do zinco fundido entre 445ºC e 465ºC. O tempo de imersão oscila segundo o tamanho da peça, entre alguns poucos segundos e vários minutos.<br />
A extracção do banho deve ser a uma velocidade controlada, arrastando consigo uma película de zinco fundido que ao solidificar constitui a camada externa de zinco praticamente puro.</p>
<p align="justify">O resultado é um recobrimento tenaz formado por uma camada externa de zinco e várias camadas zinco-ferro unidas metalurgicamente ao aço de base.</p>
<h3>Duração</h3>
<p align="justify">O período de duração da protecção galvanizada em aço é proporcional à massa de zinco que têm os recobrimentos. A velocidade de corrosão do zinco é uma vigésima parte da velocidade do aço e vai em função do ambiente a que estiver exposto.</p>
<p align="justify">Para estimar a duração da protecção de um recobrimento de zinco, devem considerar-se as condiciones climatológicas, a presença de contaminantes agressivos e a proximidade do mar.</p>
<p align="justify">Em atmosferas secas e cálidas é muito notável a estabilidade do zinco. Na presença de humidade na atmosfera, o óxido de zinco transforma-se em hidróxido e o dióxido de carbono do ar reage com este hidróxido para dar carbonatos básicos de zinco. Estes compostos são inertes e estáveis e resistem a acção posterior da atmosfera assegurando uma longa vida ao <strong>recobrimento galvânico.</strong></p>
<p align="justify">Os recobrimentos galvanizados são resistentes ao ataque químico entre um pH de 6 e 12,5, isso cobre a maior parte das águas naturais.</p>
<h3>Normas de galvanização</h3>
<p align="justify">As normas internacionais de <strong>galvanização a quente</strong> de componentes de aço, excepto tubo e chapa, são as ISO-R-1461-1970.</p>
<p align="justify">As normas espanholas de galvanização a quente e ensaio são as UNE-37.501 e UNE-7183 e existe uma norma para tubo UNE-37505</p>
<p align="justify">As normas DIM têm uma norma de generalidades DIN-50.975, uma outra para produtos de ferro e aço DIN-50.976 e outra DIN-2444 sobre tubos de aço.</p>
<p align="justify">As normas USA são a ASTM-A153-65 sobre recobrimentos férreos, ASTM-A53-67 sobre tubos de aço, bem como a ASTM-A120-66 para tubos com recobrimento galvanizado a quente.</p>
<p align="justify">A <strong>galvanização a quente</strong>, ao mergulhar peças de aço num banho de zinco fundido, forma uma película de zinco sobre o aço que o protege de duas maneiras: protecção de barreira e protecção galvânica, isso quer dizer que se a camada de galvanização se danificar, riscar ou apresentar descontinuidades, o zinco adjacente ao aço formará um sal insolúvel de zinco sobre o aço exposto. Isso recupera a ruptura e continua a proteger a superfície contra qualquer corrosão.</p>
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		<title>Efeitos da lavoura sobre os solos</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 11:59:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Traxco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[lavoura]]></category>
		<category><![CDATA[maquinaria]]></category>
		<category><![CDATA[sementeira]]></category>
		<category><![CDATA[solos]]></category>

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		<description><![CDATA[<p align=justify>A lavoura é o conjunto de operações primárias e secundárias realizadas para preparar uma cama de sementeira, para uma determinada cultura.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="size-full wp-image-1078 alignright" style="margin-left: 5px; margin-right: 5px;" title="Lavoura" src="http://www.traxco.pt/wp-content/uploads/2010/03/lavoura-sobre-os-solos.jpg" alt="Efeitos da lavoura sobre os solos" width="224" height="133" />A <strong>lavoura</strong> é o conjunto de operações primárias e secundárias realizadas para preparar uma cama de <strong>sementeira</strong>, para uma determinada cultura.</p>
<p align="justify">Lavoura primária é a destinada a abrir pela primeira vez o solo, é realizada com as charruas de relha de aiveca, charrua-grade (múltipla ou de aivequilhos) ou escarificador pesado. A lavoura secundária inclui as operações de refinamento e nivelação na preparação da cama de sementeira, é desenvolvida com diferentes tipos de grades de discos, gradas de dentes, rolos desterroadores, barras de mondas ou cultivadores de cinzeles e vibrocultores.</p>
<p align="justify">O solo é um corpo natural complexo, as suas propriedades são mutantes e evolui como tal.</p>
<p align="justify">Tende para um equilíbrio em que as mudanças são quase imperceptíveis em solos virgens; colocados sob <strong>cultura</strong>, procuram um novo equilíbrio com bruscas mudanças e alterações das suas propriedades físicas, químicas e biológicas e as operações de lavoura geram profundas modificações que alteram o seu equilíbrio.<span id="more-1072"></span></p>
<h3>Comportamento dos implementos na lavoura primária</h3>
<p align="justify">As charruas invertem os pães de terra sobre os quais trabalham em maior ou menor grau, deixando a superfície exposta aos efeitos deteriorantes das altas temperaturas e chuvas. A charrua de relhas e aiveca incorpora cem por cento dos restolhos em superfície, a charrua de discos cinquenta por cento e a charrua-grade trinta por cento. Estes valores podem ser modificados segundo o tipo de restolho, velocidade de lavoura, inclinação dos discos…</p>
<h3>Comportamento das diferentes ferramentas na lavoura secundária</h3>
<p align="justify"><em>Grade de discos</em>, de uso frequente devido ao seu fácil manejo e versatilidade. A grade é uma ferramenta que se emprega para nivelar o terreno, romper os torrões, remover o solo e destruir ervas daninhas, gera um alto grau de erosão nos solos.</p>
<p align="justify"><em>Grada de dentes</em>, empregada para amolecer o terreno lavrado imediatamente antes da sementeira, de menor agressividade do que a ferramenta anterior, resultar ser o complemento ideal da charrua-grade, o seu grado de agressividade aumenta ao ser utilizada em tandem com a grada de discos.</p>
<p align="justify"><em>Rolo desterroador</em>, é utilizado com o fim de completar a fractura de torrões, simultaneamente actua como compactador quando a quantidade de restolho foi grande e o tempo de decomposição curto, melhorando as condições de uso para a semeadora e o contacto solo-semente. Nos solos de estrutura fraca a pressão é habitualmente excessiva, provocando a degradação da estrutura. Nos solos limosos e argilosos a sua acção provoca a formação de crostas duras.</p>
<p align="justify"><em>Vibrocultor</em>, cumpre a tarefa da grade de dentes. A sua diferença estrutural radica nos braços elásticos que o conformam. Este implemento produz com a sua vibração golpes secos sobre os torrões, partindo-os por impacto, e também descalça as ervas daninhas expondo-as ao sol. É um implemento que normalmente é usado a alta velocidade (9-12 Km/h)</p>
<p align="justify">A <strong>lavoura </strong>produz modificações geralmente desfavoráveis do ponto de vista da conservação de algumas propriedades dos <strong>solos</strong>: Degradação integral do recurso solo (propriedades físicas, químicas e biológicas), incremento de erosão hídrica e eólica das superfícies agrícolas e paulatina perda de produtividade dos solos.</p>
<p align="justify">Com a incorporação da <strong>maquinaria </strong>adequada, pretende-se encarar o crescente custo e escassez de mão-de-obra com velocidade e eficiência de trabalho na lavoura de cultura que melhorem a produtividade, mas tem de se contemplar uma atitude conservacionista dos recursos naturais, trabalhando por sistemas de produção e aproveitando a evolução dos sistemas de lavoura, com tendência para a realização das tarefas com critérios conservacionistas.</p>
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		<title>Projecto da rega por aspersão</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Feb 2010 10:04:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Traxco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Rega por aspersão]]></category>
		<category><![CDATA[distribuição da água]]></category>
		<category><![CDATA[rega]]></category>

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		<description><![CDATA[<p align=justify>O projecto de rega por aspersão passa pela realização de um projecto agronómico e, a partir dele, de um projecto hidráulico. Distribuição uniforme da água de rega. Avaliação do sistema.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><img class="alignleft size-medium wp-image-1061" style="margin-left: 5px; margin-right: 5px;" title="Rega por aspersão" src="http://www.traxco.pt/wp-content/uploads/2010/02/rega-por-aspersao-300x224.jpg" alt="Projecto da rega por aspersão" width="216" height="161" />O projecto de <strong>rega por aspersão</strong> passa pela realização de um <em>projecto agronómico</em> e, a partir dele, de um <em>projecto hidráulico</em>. Com o primeiro, é realizado o planeamento geral do sistema em base aos condicionantes do meio (solo, culturas, clima, parcelamento, etc.), com o objectivo de conseguir uma distribuição uniforme da água e que aquela se infiltre onde cai (não existe escoamento). Com o segundo, pretende-se realizar o dimensionamento mais económico da rede de canos, com a pretensão de alcançar umas condiciones semelhantes de pressão nos emissores, para tratar de conseguir uma <strong>distribuição da água uniforme</strong>.</p>
<p align="justify">Os dados de partida para o projecto agronómico são habitualmente: o plano da parcela a transformar (com curvas de nível). Caudal disponível e qualidade da água. Dados do solo, que intervém como armazém regulador e como factor limitante da pluviometria do sistema. Dados da cultura, em especial as necessidades hídricas e profundidade radicular máxima, alternativa de culturas, lavoura, etc. Dados do vento.</p>
<p align="justify">A estes dados de partida devem incrementar-se uma série de decisões fundamentais ao sistema, quadro de rega e aspersor.<span id="more-1059"></span></p>
<h3>Distribuição uniforme da água de rega</h3>
<p align="justify">O processo de aplicação de água de um <a title="Aspersores para rega de cobertura" href="http://www.traxco.pt/produtos/aspersores" target="_self">aspersor</a> consiste num jacto a grande velocidade que se difunde no are num conjunto de gotas, distribuindo-se sobre a superfície do terreno com a pretensão de conseguir uma distribuição uniforme entre vários aspersores. A uniformidade de <strong>distribuição da água</strong> depende principalmente do modelo de distribuição de <em>água do aspersor</em> e da disposição de aspersores no campo (quadro de rega). A estes factores tem que se adicionar um outro, que é o vento, em intensidade e direcção, uma vez que é o principal elemento de distorção da uniformidade de distribuição, e joga um papel fundamental nas perdas por evaporação e arraste produzidas durante o processo de aplicação, e em que o tamanho de gota e a longitude da sua trajectória de queda jogam um papel importante. Podem incluir-se outros factores de menor transcendência como: a altura do aspersor sobre o terreno, a colocação de reguladores de pressão quando se trabalha com baixa pressão em sistemas estacionários, ou a <strong>duração da rega</strong>. Este último é, tal vez, o factor mais importante de este grupo, devido a que a maior duração de uma rega favorece a uniformidade de aplicação, por se compensar em parte as distorções produzidas pelo vento a variar ao longo do tempo.</p>
<h3>Avaliação do sistema</h3>
<p align="justify">A avaliação do sistema consiste numa prova em condições reais de campo que mede a <strong>qualidade da rega</strong> sobre a base do controlo dos parâmetros envolvidos na aplicação da água, vem definida fundamentalmente através de medidas de uniformidade, que dão uma ideia da igualdade com que a água de rega se distribui nos diferentes pontos da parcela e medidas de eficiência, que dão uma ideia da extensão da parcela em que a rega foi correctamente aplicada. Esta avaliação é a base para a identificação dos problemas que apresenta a instalação e das modificações a realizar para melhorar o manejo do sistema e a sua uniformidade de distribuição de água. Às vezes as melhorias a introduzir podem ser simples, desta forma o funcionamento de uma <strong>rega por aspersão</strong> pode ser melhorada variando: a pressão de trabalho, o tamanho e número de boquilhas, a duração da posição de rega, etc., ou simplesmente mudando o material desgastado.</p>
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		<title>Cultura da cana-de-açúcar sob Pivot</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Feb 2010 09:43:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Traxco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Rega pivot]]></category>
		<category><![CDATA[cana-de-açúcar]]></category>
		<category><![CDATA[Pivot central]]></category>
		<category><![CDATA[Rega por aspersão]]></category>

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		<description><![CDATA[A rega por aspersão mediante sistema de Pivot central é concebida à medida dos campos, para uma aplicação eficiente e uniforme. A rega por aspersão mediante sistema Lateral permite regar 98% do campo quadrado ou rectangular. Também é possível o sistema rebocável para regar vários campos.
Porque regar?
Para obter altos rendimentos, é indispensável irrigar a cultura [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">A <strong>rega por aspersão</strong> mediante sistema de Pivot central é concebida à medida dos campos, para uma aplicação eficiente e uniforme. A rega por aspersão mediante <em>sistema Lateral</em> permite regar 98% do campo quadrado ou rectangular. Também é possível o <em>sistema rebocável</em> para regar vários campos.</p>
<h3>Porque regar?</h3>
<p align="justify">Para obter altos rendimentos, é indispensável irrigar a cultura da cana-de-açúcar com a quantidade adequada de água em cada momento.  A rega mediante sistema <strong>Pivot central </strong>oferece uma solução efectiva de baixo custo e reduz os riscos quando o clima não acompanha. Também dá mais flexibilidade aos produtores, porque o tempo de sementeira não se vê afectado pelas condições climatéricas. Uma boa irrigação tem um impacto directo e importante, na produção de toneladas de cana por hectare e no rendimento de sacarose.</p>
<p align="justify"><strong>Produção de cana-de-açúcar segundo quantidades de rega</strong><strong><img class="alignright size-medium wp-image-1050" style="margin-left: 10px; margin-right: 10px;" title="cultura-da-cana-de-acucar-sob-pivot" src="http://www.traxco.pt/wp-content/uploads/2010/02/cultura-da-cana-de-acucar-sob-pivot-300x213.jpg" alt="cultura-da-cana-de-acucar-sob-pivot" width="285" height="202" /></strong></p>
<table border="0">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;" bgcolor="#9d1c1c"><span style="color: #ffffff;"><strong>Irrigação relativa</strong></span></td>
<td style="text-align: center;" bgcolor="#9d1c1c"><span style="color: #ffffff;"><strong>Produção relativa da Cana-de-açúcar</strong></span></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;" bgcolor="#b68f8f">0.25</td>
<td style="text-align: center;" bgcolor="#b68f8f">0.54</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;" bgcolor="#b68f8f">0.50</td>
<td style="text-align: center;" bgcolor="#b68f8f">0.83</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;" bgcolor="#b68f8f">0.75</td>
<td style="text-align: center;" bgcolor="#b68f8f">0.96</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;" bgcolor="#b68f8f">1.00</td>
<td style="text-align: center;" bgcolor="#b68f8f">1.00</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;" bgcolor="#b68f8f">1.25</td>
<td style="text-align: center;" bgcolor="#b68f8f">0.98</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;" bgcolor="#b68f8f">1.50</td>
<td style="text-align: center;" bgcolor="#b68f8f">0.92</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;" bgcolor="#b68f8f">1.75</td>
<td style="text-align: center;" bgcolor="#b68f8f">0.85</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p align="justify"><span id="more-1047"></span>Em cada 10mm (0.4 polegadas) de água que se aplica à cultura, produz-se uma tonelada de cana, por hectare.</p>
<h3>A irrigação afecta cada fase do crescimento</h3>
<p align="justify">Em cada fase do crescimento da cana-de-açúcar, desde a sementeira até à maturidade, é importante ter a quantidade adequada de rega.</p>
<p align="justify">Sementeira:  As raízes pequenas e não muito profundas, necessitam pouca água. Nesta etapa, mais do que em qualquer outra, são necessárias regas mais frequentes. A falta de água tem tendência para criar um grande impacto na produção de toneladas de <strong>cana-de-açúcar</strong> por hectare, porque reduz a quantidade de plantas adultas.</p>
<p align="justify">Crescimento vegetativo: Nesta fase crítica, o crescimento e a produção ficam ressentidos de qualquer falta de água.</p>
<p align="justify">Produção: Pouco crescimento vegetativo, mas uma importante acumulação de sacarose. Qualquer falta de água, iniciará o processo de maturidade e irá deter a acumulação de sacarose, antes da sua fase óptima.</p>
<p align="justify">Maturidade: Requer terra com pouca humidade, é então quando se tem de reduzir a irrigação e posteriormente, deixar de regar para a cana atingir a sua maturidade.</p>
<p align="justify">Para projectar um sistema de rega adequado, devem ter-se em conta vários factores, como sejam: os microclimas locais, o tipo de solo e a sua elevação sobre o nível do mar.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Soja é a primeira leguminosa a ter o genoma sequenciado</title>
		<link>http://www.traxco.pt/noticias-da-agricultura/soja-e-a-primeira-leguminosa-a-ter-o-genoma-sequenciado</link>
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		<pubDate>Mon, 18 Jan 2010 17:38:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Traxco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias da agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[genoma]]></category>
		<category><![CDATA[soja]]></category>

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		<description><![CDATA[A soja, una das plantas mais importantes cultivadas em todo mundo, é a primeira a ter seu genoma sequenciado. A notícia abre caminho para novas formas de cultivo da leguminosa. A pesquisa durou 15 anos e foi feita por um grupo internacional de pesquisadores.
Usada na produção de alimentos e até na generação de energia, a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><img class="alignleft size-medium wp-image-1038" style="margin-left: 10px; margin-right: 10px;" title="Soja, genoma sequenciado" src="http://www.traxco.pt/wp-content/uploads/2010/01/genoma-sequenciado-soja-300x248.jpg" alt="Soja é a primeira leguminosa a ter o genoma sequenciado" width="240" height="197" />A <strong>soja</strong>, una das plantas mais importantes cultivadas em todo mundo, é a primeira a ter seu <em>genoma </em>sequenciado. A notícia abre caminho para novas formas de cultivo da leguminosa. A pesquisa durou 15 anos e foi feita por um grupo internacional de pesquisadores.<br />
Usada na produção de alimentos e até na generação de energia, a soja tem papel fundamental na segurança alimentar global e na saúde humana.</p>
<p align="justify">Somente na alimentação, o grão é usado na produção de farinha, leite, substitutos da carne, tofu e óleo.</p>
<p align="justify">Os cientistas conseguiram sequenciar 85% dos 1,1 bilhão de pares de base da soja usando a técnica conhecida como “shotgun do genoma completo”, por meio da qual o genoma é “explodido” em fragmentos poquenos e sequenciado em larga escala.<span id="more-1036"></span></p>
<p align="justify">Segundo Molly Llahn, da divisão de pesquisa do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, as descobertas sobre a <strong>soja </strong>poderão levar ao desenvolvimento de variedades mais resistentes às mudanças climáticas e pragas. Além disso, a leguminosa poderá ser modificada para produzir mais óleo e proteína.</p>
]]></content:encoded>
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